7th Aug 2010

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    1. Este fotolog não tem interesses comerciais ou lucrativos, apenas o de mostrar imagens antigas. As fotos que possam conter quaisquer problemas com direitos de propriedades e autorais, solicito que me informe para retirá-los ou informar as suas fontes. Os comentários são de exclusiva responsabilidade dos seus autores, sendo que, aqueles que forem considerados ofensivos, serão excluídos. ================================ This fotolog no commercial or profit, just to show old pictures. The photos that may contain any problems with property rights and copyright, please notify me to remove them or inform their sources. Comments are the sole responsibility of their authors, and those that are deemed offensive will be deleted. [email protected] ++++++++++++++++++++++ [b]Com a inauguração do Passeio Público em 1783, a mando do Vice-Rei Luís de Vasconcelos, ficou deliberado a construção de um chafariz sendo escolhido para o local a Rua das Boas Noites. O chafariz das Marrecas foi inaugurada em 31 de julho de 1785, e era assim chamada por ter 5 marrecas de bronze esculpidas por Mestre Valentim, por onde era jorrada a água. Então, a Rua das Boas Noites passou a ser conhecida como Rua das Marrecas. Para a ampliação do prédio da Polícia, boa parte do chafariz foi demolido e parte dele foi transferido para o Jardim Botânico, duas marrecas foram para o Arquivo Público e uma para a Bahia, as demais desapareceram. A Rua das Marrecas já se chamou Rua André Rebouças, Rua Barão de Ladário, em 31 de outubro de 1917 voltou ao nome de Marrecas até 1948 quando passou a ser Juan Pablo Duarte, foi Carlos Lacerda, em 13 de agosto de 1964 que retornou ao nome de Rua das Marrecas. A Rua das Marrecas porém está marcada por um fato curioso: a encrenca Durante certo período a rua das Marrecas possuía má fama, cheia de “pensões” de “francesas”. Na verdade, polonesas judias, fugidas de sua terra e colhidas pelas malhas da [i]Zwig Migdal[/i], organização internacional de exploração de escravas sexuais brancas que eles negociavam para prostituição. Quando havia confusão na rua (que não era difícil), os valentões e os “capoeiras” invadiam a Rua das Marrecas, fazendo arruaças, então as moças se escondiam e recusavam fazer qualquer programa, mandando dizer que tinham [i]ein Kranke[/i] (uma doença, em iídiche). Eis a origem de uma palavra tipicamente carioca: ENCRENCA. que origem essa da encrenca..rs[/b] ______________________ [i]informação sobre a foto: tirada por Augusto Malta na Rua das Marrecas a partir do Passeio, no dia 29 de janeiro de 1929. Logicamente, hoje a rua está totalmente diferente, boa parte dos seus casarões já foram postos abaixo[/i] ___________________________ Passei muito tempo perambulando na Rua das Marrecas, além de ter tido aula no Instituto Brasileiro de Cultura Hispânica, também por algum tempo frequentei reuniões na sede do PCB que ficava de esquina com a Rua Evaristo da Veiga.

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